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Tabela TUSS: o que é, como funciona e por que ela importa para a controladoria

Saiba o que é a Tabela TUSS, por que foi criada e como usá-la para melhorar o controle financeiro e orçamentário da sua empresa.

Neste artigo

O que códigos médicos e nomenclaturas da saúde suplementar têm a ver com gestão financeira? Para clínicas médicas, hospitais, consultórios e operadoras de planos de saúde, tudo. Esses códigos estão presentes na tabela TUSS, criada pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) para padronizar os procedimentos médicos e odontológicos utilizados pelas operadoras.

Para a controladoria, entender a estrutura da tabela é essencial para registrar corretamente os custos com saúde, garantir a conformidade fiscal e ter mais clareza sobre como esses gastos impactam o orçamento. Neste artigo, veja o que é a TUSS, como ela funciona e, principalmente, como transformá-la em uma aliada da gestão financeira.

O que é a Tabela TUSS

A tabela TUSS é um sistema padronizado de codificação de procedimentos médicos, consultas, terapias e exames realizados em clínicas e hospitais, e materiais utilizados. Conhecida também apenas por TUSS (Terminologia Unificada da Saúde Suplementar), a tabela foi criada pela ANS para garantir uma comunicação uniforme entre prestadores e operadoras.

O padrão TUSS é obrigatório a todos os estabelecimentos de saúde. Segundo a Resolução Normativa nº 190 de 2009, que foi substituída pela RN nº 305/2012, a TUSS é um recurso obrigatório. Nela, os códigos são divididos em quatro categorias, que são:

  • Procedimentos médicos
  • Medicamentos e materiais
  • Materiais especiais
  • Taxas e diárias

Com essa estrutura, é possível evitar divergências na cobrança, garantir um faturamento mais preciso e agilizar o processo de repasse entre prestadores e operadoras.

Por que a ANS criou a TUSS?

A tabela TUSS visa uma gestão eficiente de planos de saúde. Antes de ela existir, não havia uma padronização adotada por prestadores de serviços e operadoras. Cada um utilizava uma nomenclatura própria, o que gerava inconsistências, atrasos no repasse de valores para os prestadores de serviços e dificuldades no reembolso.

A ANS criou a TUSS para acabar com esses problemas e simplificar a troca de informações. Como ela passou a ser obrigatória e a valer em todo o território nacional, cada exame, consulta ou procedimento médico ou odontológico tem um código numérico único e padronizado. Ou seja, uma mesma cirurgia realizada em São Paulo, Manaus, Recife ou Porto Alegre será identificada com o mesmo código TUSS, independentemente do prestador ou da operadora do plano. Essa padronização reduz erros, facilita auditorias e melhora a previsibilidade dos processos financeiros.

Ao reduzir o ruído na comunicação, a tabela possibilita aos convênios liberarem mais rapidamente procedimentos, exames e consultas, além de facilitar o processo de cobrança. Vale destacar ainda que a TUSS reduz o retrabalho para corrigir erros e diminui o tempo para processar as informações.

Para os pacientes a tabela TUSS também é importante, pois ela oferece mais clareza sobre os serviços realizados e facilita o acompanhamento dos valores cobrados, promovendo mais transparência em toda a cadeia.

Dica: aqui você pode consultar a tabela TUSS atualizada.

Como a TUSS afeta a controladoria

Para entender melhor o quão importante a tabela TUSS é para a área de controladoria, veja de que forma ela ajuda controllers a terem uma atuação mais estratégica:

Classificação de despesas médicas

A estrutura TUSS trata de padronização. Uma empresa da área da saúde suplementar pode melhor categorizar os gastos e comparar os dados com outras unidades, centros de custo ou períodos.

Por exemplo, se a empresa possui unidades em cidades diferentes, a tabela TUSS permite comparar quantas vezes um mesmo procedimento foi realizado em cada local e quanto foi gasto, mesmo que as operadoras de saúde sejam distintas. Essa visibilidade contribui para análises mais consistentes, identificação de padrões de uso e definição de metas orçamentárias mais precisas.

Para ilustrar, imagine que uma clínica X tenha constatado a frequência de um determinado exame em uma unidade. O time de controladoria pode estabelecer uma meta de redução de 10% nos gastos com esse procedimento no próximo trimestre. Isso pode ser feito  negociando valores com a operadora ou promovendo ações de conscientização sobre o uso racional dos recursos de saúde.

Mais precisão no forecast

Graças à tabela TUSS, as informações dos gastos com saúde são organizadas e possuem descrições claras. Isso facilita a análise histórica de custos e fornece uma base concreta para projeções. Por exemplo, eventos sazonais e comportamentos recorrentes (como aumento de exames de mama no mês de outubro) podem ser identificados com mais facilidade, melhorando a previsibilidade dos custos.

Na hora de criar as projeções financeiras, essas informações são extremamente relevantes especialmente na projeção de fluxo de caixa para estimar as entradas e saídas de dinheiro. Imagine, por exemplo, que os dados apontem um aumento significativo de exames laboratoriais em janeiro nos últimos três anos. Com essa informação em mãos, o time financeiro pode se preparar para esse pico de custos e evitar surpresas no caixa logo no início do ano.

Portanto, perceba que a tabela TUSS é uma aliada da controladoria na hora de elaborar forecasts mais alinhados ao comportamento real dos gastos médicos, antecipar possíveis aumentos e tomar decisões mais rápidas e embasadas.

Apoio na construção de cenários

Também é uma ferramenta útil para a elaboração de cenários, pois o time de controllers pode simular diferentes situações financeiras baseadas em variações nos procedimentos realizados.

Por exemplo:

  • Cenário otimista: redução de 15% nos procedimentos de maior custo, com impacto direto na queda dos gastos totais.
  • Cenário conservador: manutenção dos níveis atuais de uso dos serviços, refletindo um orçamento estável.
  • Cenário pessimista: aumento de 25% nos procedimentos devido a um episódio de alta incidência de doenças, exigindo ajustes no planejamento financeiro.

A construção de cenários é uma etapa importante da Metodologia Treasy de Gestão Orçamentária, já validada em centenas de empresas. Explicamos como ela funciona e um curso online gratuito, de 4 horas de duração.

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Banner-Trial-MetodologiaMelhora a elaboração do planejamento orçamentário

O planejamento orçamentário não é algo feito com base em achismos e muito menos baseado em intuições. Para operadoras de planos de saúde, hospitais, clínicas médicas e outros estabelecimentos de saúde suplementar, os códigos da tabela TUSS devem ser utilizados na criação do orçamento para o próximo ciclo.

Isso porque ela dá ao time de controladoria mais embasamento ao estimar custos. Utilizando dados históricos, ou seja, analisando os procedimentos realizados em ciclos anteriores, os prestadores conseguem identificar padrões de consumo e estimar com precisão os custos futuros, embasando a construção do orçamento do próximo período.

Aqui vale a pena abrir parênteses: o planejamento orçamentário é um dos temas mais desafiadores para as operadoras de planos de saúde. Um dos maiores obstáculos que elas enfrentam é conseguir equilibrar as entradas e saídas de caixa, especialmente em um cenário em que muitos clientes acabam desistindo dos planos devido ao valor elevado (ou porque migram para o concorrente).

Para abordar a questão, convidamos Israel Oliveira, Controller do Grupo Unimed Santa Catarina, para bater um papo conosco. No episódio #49 do Controller Cast, ele compartilhou sua experiência na implementação de processos orçamentários em 7 novas Unimeds em Santa Catarina.

Para conferir os desafios enfrentados, as estratégias adotadas e os resultados obtidos nesse processo, dê o play abaixo e assista ao episódio completo (também disponível no Spotify).

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Análises comparativas e controle orçamentário

A tabela TUSS é um ótimo instrumento para identificar variações e tendências de consumo. Por exemplo, é possível verificar se determinada clínica está gastando mais com exames laboratoriais do que a média das demais, ou se os custos com determinados procedimentos aumentaram significativamente em um trimestre.

Essa visão possibilita uma melhor análise e identificação de desvios orçamentários. A partir disso, os controllers conseguem avaliar se o desvio afetou o fluxo de caixa da empresa, comprometeu metas estratégicas ou operacionais e se exige revisão do orçamento ou apenas um ajuste pontual.

Com isso, a controladoria acompanha os custos de perto, mas também passa a atuar muito mais estrategicamente e a ser proativa a propor ações corretivas e apoiar tomadas de decisão com base em dados sólidos.

Apoio à precificação

Quais procedimentos estão trazendo lucro e quais estão na categoria do prejuízo? Quais estão sendo mais solicitados? O sistema de código da tabela TUSS dá essa visão aos controllers, que podem então avaliar a rentabilidade de cada serviço para tomar decisões de precificação, ou até mesmo de negociação com operadoras.

Por exemplo, se determinado procedimento médico está apresentando custos elevados sem que a clínica tenha um retorno proporcional, a empresa pode negociar melhores condições com as operadoras ou reavaliar a oferta desse serviço. Além disso, essas informações são necessárias ao realizar as projeções financeiras, pois permitem estimar com maior precisão o impacto de cada procedimento no orçamento e no fluxo de caixa futuros, possibilitando uma estratégia de precificação mais estratégica.

Registro contábil e integração com ERPs

Como cada procedimento ou serviço tem um código único, as informações são corretamente classificadas no plano de contas. Essa uniformidade simplifica a integração dos dados em ERPs e ferramentas de Business Intelligence (BI).

Por falar em BI, com uma solução de Business Intelligence os controllers ganham visibilidade em tempo real das movimentações financeiras, acompanham melhor os gastos, realizam análises mais detalhadas e tomam decisões com mais segurança. E para utilizar um BI financeiro intuitivo e desenvolvido para tornar a sua área mais estratégica, aproveite o BI gratuito da Treasy. A ferramenta traz vantagens como:

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Como fazer da TUSS um instrumento estratégico para a controladoria

Juntando tudo o que foi abordado aqui, veja um resumão de como a tabela TUSS pode ser utilizada como ferramenta estratégica para o seu time:

  • Compare os custos entre períodos, unidades ou fornecedores para detectar variações inesperadas e agir rapidamente para corrigir desvios;
  • Baseie suas projeções financeiras em dados históricos para antecipar aumentos, planejar contingências e definir metas realistas;
  • Melhore a transparência dos processos e garanta conformidade nas auditorias graças à padronização da TUSS;
  • Identifique padrões de consumo por meio da segmentação de gastos por tipo de procedimento, unidade, área geográfica ou centro de custo;
  • Tome decisões sólidas e embasadas com dados confiáveis, apoiando negociações com operadoras e ajustes na carteira de serviços e na precificação.

Para fechar (case de sucesso)

Muito mais do que padronização, a tabela TUSS ajuda a tornar dados em insights acionáveis e torna a gestão financeira mais estruturada. Para empresas da área da saúde, isso é essencial para garantir um melhor controle de custos e lidar com cenários desafiadores.

Um exemplo prático de como a gestão financeira estruturada pode transformar uma operação é o caso da SuperClínica, rede de clínicas populares fundada há mais de 20 anos. Diante de desafios como a expansão e a necessidade de uma visão financeira mais aprofundada, a clínica implementou o software de planejamento financeiro da Treasy aliado ao serviço de BPO de Controladoria.

Esse movimento permitiu organizar e ajustar a modelagem financeira, revisar o grupo de contas e centros de resultado e preparar os relatórios gerenciais. Outro resultado atingido com a Treasy foi a melhora significativa na precisão das previsões, levando à otimização de custos e à melhor gestão de recursos.

Leia aqui o case de sucesso completo e veja mais detalhes de como a SuperClínica consolidou sua Gestão de Resultados e seus planos de expansão com a Treasy.

SuperClínica e BPO de controladoria

Aproveite e conheça o BPO de controladoria da Treasy, também utilizado pela SuperClínica. Ele é voltado para empresas que não possuem um time de controladoria e querem dar um próximo passo na gestão financeira. Se você está na dúvida de quando e por que contratar o serviço na sua empresa, assista ao webinar abaixo e saiba como ele pode ajudar na gestão financeira e no crescimento do seu negócio!

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Ao contratar o serviço, você conta com:

  • Um controller dedicado para cuidar dos resultados da sua empresa
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  • Metodologia Treasy de gestão orçamentária

O BPO de controladoria da Treasy também envolve o seu time no planejamento e acompanhamento dos resultados. Agende um horário com nossos especialistas e descubra mais sobre esse serviço!

Perguntas frequentes

O que é a Tabela TUSS?
A Tabela TUSS (Terminologia Unificada da Saúde Suplementar) é um sistema padronizado de codificação para procedimentos médicos, consultas, terapias, exames e materiais utilizados em clínicas, hospitais e operadoras de planos de saúde. Criada pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), ela garante que um mesmo procedimento — digamos, uma colonoscopia — tenha o mesmo código em qualquer lugar do Brasil, independentemente de qual hospital ou operadora está realizando.
A Tabela TUSS é obrigatória?
Sim. Desde a Resolução Normativa nº 305/2012 da ANS, o uso da TUSS é obrigatório para todos os estabelecimentos de saúde no Brasil. Não há exceção: clínicas, hospitais, consultórios e operadoras precisam adotar essa padronização.
Quais são as categorias de códigos na Tabela TUSS?
A TUSS está dividida em quatro categorias: procedimentos médicos, medicamentos e materiais, materiais especiais e taxas/diárias. Essa estrutura permite que cada tipo de serviço ou insumo tenha uma codificação clara e uniforme, facilitando tanto o registro quanto o faturamento.
Por que a ANS criou a Tabela TUSS?
Antes da TUSS, prestadores e operadoras usavam nomenclaturas próprias, o que gerava inconsistências, atrasos no repasse de valores e dificuldades no reembolso. A ANS criou a tabela para padronizar a comunicação, reduzir erros, agilizar o faturamento e facilitar auditorias em toda a cadeia de saúde suplementar.
Como a TUSS impacta o faturamento de uma clínica ou hospital?
Com códigos padronizados, a clínica reduz erros na cobrança, acelera o repasse das operadoras e evita retrabalho na correção de informações. Um procedimento codificado corretamente na TUSS é processado mais rápido pela operadora, o que significa recebimento mais previsível e sem atrasos.
Qual é a diferença entre TUSS e tabela de preços das operadoras?
A TUSS é apenas a codificação — padroniza o *quê* está sendo realizado. A tabela de preços das operadoras define o *quanto* cada procedimento custa. Um código TUSS pode ter valores diferentes em cada convênio, mas o código em si é universal.
Como a TUSS ajuda na controladoria?
A TUSS permite categorizar despesas médicas de forma padronizada, comparar custos entre unidades ou períodos com clareza, agilizar o fechamento contábil e identificar padrões de gasto. Com códigos uniformes, o controller consegue analisar dados sem ambiguidade e tomar decisões baseadas em informações confiáveis.
Onde consultar a Tabela TUSS atualizada?
A tabela oficial é mantida pela ANS e está disponível em seu site institucional (ans.gov.br). As operadoras de planos de saúde também disponibilizam versões da TUSS para seus prestadores conveniados. É importante sempre usar a versão mais recente, pois a ANS atualiza a tabela periodicamente.
A TUSS vale para empresas fora da área de saúde?
Não. A TUSS é específica para operadoras, clínicas, hospitais e consultórios de saúde suplementar. Empresas de outros setores não precisam usar essa padronização. Porém, se sua empresa tem um plano de saúde corporativo, o prestador do convênio utilizará a TUSS no faturamento.
Como a TUSS reduz custos operacionais?
Ao eliminar inconsistências e erros, a TUSS reduz o tempo gasto em correções e retrabalho. As operadoras processam procedimentos mais rápido, o que encurta o ciclo de recebimento. Além disso, auditorias ficam mais simples, economizando tempo de equipe e reduzindo disputas sobre cobranças.
A TUSS é usada para reembolso de pacientes?
Sim. Quando um paciente solicita reembolso, o procedimento é identificado pela sua codificação TUSS. Isso torna o processo mais transparente — o paciente consegue acompanhar exatamente qual serviço está sendo reembolsado e por quanto — e mais rápido para a operadora processar.
O que acontece se uma clínica não usa a TUSS corretamente?
O faturamento pode ser rejeitado ou sofrer atrasos. A operadora não consegue processar a cobrança, o repasse fica pendente e surgem disputas. Além disso, a clínica pode receber multas por não conformidade regulatória. Para a controladoria, isso significa dificuldade em prever fluxos de caixa e em fechar o mês.
A TUSS muda frequentemente?
A ANS atualiza a TUSS periodicamente, adicionando novos códigos e revisando existentes conforme novas tecnologias e procedimentos surgem. É responsabilidade de clínicas e operadoras monitorarem essas atualizações. Usar uma versão desatualizada pode causar rejeição de faturamentos.
Como a TUSS facilita a conformidade fiscal?
A padronização TUSS deixa o registro de despesas médicas consistente e auditável. Tudo é codificado de forma uniforme, o que facilita comprovação perante órgãos reguladores e auditorias internas ou externas. Para fins fiscais, isso reduz riscos de desconformes.
A TUSS é a mesma em todas as regiões do Brasil?
Sim, a TUSS é nacional. Um mesmo código TUSS é válido em São Paulo, Rio de Janeiro, Amazonas ou qualquer outro estado. Isso é justamente o objetivo — garantir uniformidade em todo o território brasileiro.
Qual é o formato de um código TUSS?
Os códigos TUSS são numéricos, geralmente com 6 dígitos. Alguns exemplos: procedimentos médicos começam em faixas específicas, medicamentos em outras, e assim por diante. A estrutura permite que qualquer profissional identifique rapidamente a categoria apenas olhando para o código.
Como integrar a TUSS no sistema financeiro da empresa?
A maioria dos softwares de gestão financeira e de faturamento de saúde já inclui campos para codificação TUSS. Na controladoria, é importante que o plano de contas ou a estrutura orçamentária reflita as categorias TUSS, permitindo análises por tipo de procedimento ou material. Isso facilita tanto o acompanhamento quanto o planejamento de custos com saúde.

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