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Tributação, Fiscal e Compliance Artigos

Créditos de Impostos: como fazer a Restituição de Impostos pagos pela empresa dentro da lei

Muitas empresas não conhecem os métodos de restituição de impostos. Veja como recuperar os impostos do PIS, COFINS e IPI.

Neste artigo

Sabemos muito bem o quanto o sistema tributário é complexo, não é mesmo? Há tantos detalhes na legislação que, muitas vezes, um ou outro passam despercebidos, como é o caso da Restituição de Impostos. Existem diversas empresas, por exemplo, que tem o direito a esse Crédito Fiscal e nem sabem. Por isso, cabe a você, profissional da área de finanças e contabilidade, analisar e ver se a sua empresa pode fazer uso desse benefício. Neste sentido, elaboramos este artigo completíssimo explicando tudo o que você precisa saber para proceder da melhor forma possível e, assim, incluir a Restituição de Impostos no seuplanejamento tributário. Acompanhe!

Economize com a Restituição de Impostos

O conceito de Crédito Fiscal está previsto em lei e pode beneficiar as organizaçõesque fazem o recolhimento de impostos, desde que obedeçam aos critérios estabelecidos. Assim, as empresas podem economizar — e muito — com contribuições futuras e ressarcimento de impostos pagos indevidamente. É preciso entender, no entanto, que nem todos os tributos pagos dão direito a esse retorno de recursos. Há impostos, como o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) que são definitivos. Uma vez pagos conforme a lei, não há a possibilidade de recuperação. Porém, há outros que permitem reaver os créditos pagos, como o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O caso mais comum é aquele em que o que foi pago de imposto durante a aquisição de um produto ou serviço é compensado no momento de sua venda. Por essa possibilidade de recuperar algum valor é que é importante fazer a apuração dos créditos dos tributos dos produtos e serviços corretamente. Assim, eles podem ser abatidos na hora da saída de forma exata.

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Quais empresas têm direito a Impostos Recuperáveis?

De modo geral, todas as empresas com escriturações fiscal e mercantil completas podem ter acesso a Restituição de impostos, exceto aquelas tributadas pelo regime simplificado, como as Microempresas (ME) e as Empresas de Pequeno Porte (EPP) optantes doSimples Nacional.

Existe diferença entre Restituição de Impostos e Compensação de Impostos?

Sim. A Restituição de Impostos está ligada aos saldos devedores que devem ser acertados no fim de cada mês, como é o caso do IPI e do ICMS, mas que podem ser restituídos de alguma forma nos Créditos Fiscais das compras. A Compensação de Impostos, por sua vez, tem uma missão um pouco diferente, que é compensar os valores já recolhidos ou retidos para os quais a empresa pretende recuperar mediante compensação com impostos da mesma natureza. Mencionamos anteriormente que quando há direito a Créditos de Impostos é importante calculá-los, certo? Pois bem, esse cálculo mostrará exatamente o quanto você deverá pagar ao Fisco e, se for o caso, se poderá recuperar algum valor. No momento da aquisição de uma mercadoria, por exemplo, você pode acabar pagando algum valor que já estava embutido nela antes de chegar a você. Neste caso, vai precisar ser restituído, o que gera um saldo positivo com o Fisco. Esse recurso pode ser usado para abater outros impostos, como o PIS/Pasep ou a Cofins.

Saiba quais tributos dão direito a Crédito Fiscal

Entre os tributos que dão às empresas o direito de recuperar valores estão:

ICMS

Osistema de crédito de ICMSpermite que haja compensação dos impostos, isto é, garante à empresa o direito de creditar do imposto o que foi cobrado anteriormente em operações envolvendo a entrada de mercadorias.

Como funciona o ICMS e seu sistema de crédito

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Ele funciona como uma espécie de débito e crédito, na qual os valores contabilizados para recuperar serão abatidos dos valores a recolher. Vamos a um exemplo para entendermos melhor. Uma empresa compra mercadorias para revenda no valor de R$ 200, cuja alíquota de ICMS na compra e na venda é de 17% (atenção: o percentual varia de acordo com o estado de origem da mercadoria). Desse modo, por não se tratar de um consumidor final, essa empresa terá que pagar R$ 34 (17% x R$ 200) de imposto. No momento da venda, a mercadoria é repassada por R$ 250, gerando um imposto de R$ 42,50 (17% x R$ 250). Sendo assim, na hora de acertar as contas com o Fisco estadual, a empresa não irá recolher os R$ 42,50, pois já tinha pagado R$ 34. Ela precisará desembolsar somente os R$ 8,50 da diferença (R$ 42,50 – R$ 34). Essa comparação de valores deve ser feita no fim de cada mês. Dessa maneira, se a empresa tiver mais créditos que obrigações, ela não receberá nada de volta. Ela terá apenas o crédito permanecendo no ativo circulante para ser compensado nos meses seguintes. No entanto, se ocorrer conforme o exemplo e ela tiver algum valor a pagar, o recolhimento deve ser feito imediatamente para não gerar nenhum problema com o Fisco.

IPI

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No que se refere ao Crédito de IPI, a base de cálculo é basicamente a mesma que a do ICMS — apenas variando a alíquota de acordo com o produto em questão, pois cada um tem o seu percentual definido de acordo com atabela de incidência do imposto sobre os produtos industrializados (TIPI). Porém, é necessário chamar a sua atenção para os produtos com a alíquota 0% ou isentos. Vamos supor que você vende sofás. Todos os materiais que são comprados para produzi-los, como pregos, espuma, couro e tecidos são tributados. Logo, você registra esses impostos sobre cada um desses itens, gerando uma forma de crédito para o seu negócio. Entretanto, se na saída do seu produto ele é tributado com alíquota 0%, você não terá débito a recolher. Dessa forma, aquele crédito vai acumulando na sua escrita fiscal e a cada trimestre é possível usá-lo para pagar outros impostos, com exceção dos impostos referentes à importação, conforme oArt. 11 da Lei 9.779, de 1999.

PIS/Pasep

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Instituído em dezembro de 2002,o regime de incidência da contribuição para o PIS/Pasep também dá às empresas o direito dedebitarem tributos sobreo faturamento, podendo usar os créditos para abater valores sobre os impostos de compras e algumas despesas, como:

  • Bens adquiridos para revenda;
  • Bens e serviços utilizados como insumo na prestação de serviços e na produção de bens ou produtos destinados à venda, inclusive combustíveis e lubrificantes;
  • Máquinas, equipamentos e outros bens incorporados ao ativo imobilizado, adquiridos ou fabricados para locação a terceiros ou para utilização na produção de bens destinados à venda ou na prestação de serviços;
  • Energia elétrica.

Como calcular os Créditos de PIS/Pasep

Para fazer essa conta, vamos levar em consideração que a alíquota do PIS/Pasep não-cumulativo é 1,65%, que as vendas do mês somaram R$ 50 mil e que as compras em materiais para revenda foram de R$ 12 mil. Desse modo, primeiro precisamos calcular o PIS sobre as vendas (PV): PV = R$ 50 mil x 1,65% = R$ 825 Depois, calculamos o PIS sobre as compras (PC): PC = R$ 12 mil x 1,65% = R$ 198 Agora, com esses valores, podemos, finalmente, calcular o crédito do PIS: PIS = PV – PC =  R$ 825 – R$ 198  = PIS =  R$ 627 Note que, por causa dos créditos descontados, o valor final da tributação diminuiu de R$ 825 para R$ 627.

Cofins

O crédito Cofins não-cumulativo é uma forma de apuração da contribuiçãono qual a  empresa debita do seu faturamento o imposto, tendo a chance de ganhar créditos com o Fisco para compensar o pagamento de algumas despesas, como aquisição de bens, aluguéis de imóveis e compra de máquinas e equipamentos. Vale destacar que esse tipo de recuperação de imposto é válida apenas para empresas tributadas pelo Lucro Real. Para calcular Créditos de Cofins, vamos utilizar os mesmos valores do exemplo anterior. No entanto, aplicaremos a alíquota de 7,6%, que é referente a este tributo. CV = Cofins sobre as vendas = R$ 50 mil x 7,6% = R$ 3.800 CC = Cofins sobre as compras = R$ 12 mil x 7,6% = R$ 912 Cofins = CV – CC = R$ 3.800 – R$ 912 = R$ 2.888 Neste caso, podemos observar uma economia de R$ 912 no valor da tributação que deverá ser paga ao Fisco.

Como incluir a Recuperação de Impostos no seu planejamento tributário?

É extremamente importante incorporar essa ação no planejamento tributário para que o seu negócio possa se beneficiar e, assim, crescer de maneira sustentável. Diante disso, é preciso levar em consideração algumas práticas que devem ser incluídas neste plano para que o ressarcimento de impostos seja feito dentro dos prazos corretos e de acordo com a legislação:

  • Apure os arquivos que comprovam o pagamento de aluguéis pela empresa;
  • Abra os períodos em que se deixou de apropriar os créditos;
  • Ajuste as escriturações contábil e fiscal;
  • Faça mensalmente a declaração de débitos e créditos tributários federais (DCTF);
  • Retifique o demonstrativo de apuração de contribuições sociais (DACON), se necessário;
  • Corrija a escrituração fiscal digital das contribuições incidentes sobre a Receita (EFD-Contribuições), se for preciso;
  • Realize o pedido eletrônico de restituição, ressarcimento ou reembolso e de declaração de compensação (PER/DCOMP) sempre que tiver algo para receber dentro dos prazos exigidos pela lei.

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Bem, como o assunto principal aqui é a Restituição de Impostos, vamos continuar falando dele no próximo tópico. Porém, antes, queremos deixar uma super dica sobre Planejamento Tributário para você não ficar com dúvidas sobre essa atividade fundamental para o desenvolvimento sustentável da sua empresa: um e-book sobre como planejar e reduzir os custos tributários do seu negócio. Nele, você encontra informações sobre planejamento empresarial, orçamento financeiro e planejamento tributário e entende como esses três grandes temas se complementam e se encaixam perfeitamente. E, claro, também apresentamos alguns erros muito comuns ao executar essas atividades e fatores que devem ser levados em consideração no seu desenvolvimento. Assim, você consegue garantir os melhores resultados para o seu negócio. Para ter acesso a todo esse aprendizado, clique agora mesmo no banner abaixo e aproveite! Ebook planejamento tributário tipos de taxas Treasy botão download verde

Planejamento de Crédito de Impostos dentro do Processo de Planejamento Orçamentário

O principal ganho com a Restituição de Impostos é a economia de recursos destinados ao pagamento de tributos. Isso porque, como falamos e exemplificamos algumas vezes neste artigo, fazendo os cálculos corretos é possível recuperar valores caso a empresa tenha pagado mais que o devido. Esses créditos recuperados podem ser usados na compensação de outros impostos ou até como desconto na compra de alguns itens para o seu negócio. Esses valores recuperados devem constar no Orçamento Empresarial. Se você for cliente Treasy, é importante atentar-se aos detalhes na hora de fazer os lançamentos. Como são valores a receber e não a recolher, em casos de tributos (IRPJ e CSLL) ou Impostos Municipais, eles devem constar em Despesas Operacionais. Em caso de impostos relacionados à venda, o ideal é que eles sejam informados em Dedução de Vendas. Ambos os casos, eles devem ser registrados com sinal negativo. Vejamos o passo a passo: 1 -  Acesse a tela de “Outras Despesas”.

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2 - Inclua um campo “Impostos a Receber”.

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3 - Informe o valor a receber com sinal negativo (-).

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Concluindo

Diante de tudo que vimos, é importante ressaltarmos que cada empresa é diferente e que os cálculos dependem do regime tributário em que ela está inserida. Quer dizer, não é porque existe a Restituição de Impostos que todas têm direito. É preciso verificar a legislação e ver se ela realmente se encaixa dentro das regras exigidas pelo Fisco. Fora isso, é só aproveitar as vantagens que esse recurso pode proporcionar para o negócio. No mais, esperamos que este artigo tenha esclarecido suas dúvidas sobre Crédito Fiscal e Ressarcimento de Imposto e que a sua empresa possa usufruir deste direito. Deixe um comentário contando o que achou e compartilhe conosco qualquer outro conhecimento que possa contribuir com o tema. Fique à vontade também para compartilhar este post com seus colegas. Toda semana publicamos aqui artigos relacionados a planejamento, orçamento e acompanhamento econômico-financeiro. Também disponibilizamos mensalmente materiais gratuitos para download como modelos de planilhas, white papers e e-books. Portanto, se você ainda não é assinante de nosso newsletter, cadastre-se para receber este e outros artigos por e-mail, ou nos adicione nas redes sociais para ficar por dentro de tudo que acontece por aqui.

Perguntas frequentes

O que é Restituição de Impostos?
É o direito que a empresa tem de recuperar valores de impostos pagos durante a compra de produtos ou serviços, compensando-os no momento da venda ou através de devolução ao Fisco. Por exemplo, se você paga R$ 100 de IPI na compra de uma máquina e depois vende produtos que geram R$ 100 de IPI a recolher, você compensa um com o outro.
Qual é a diferença entre Restituição e Compensação de Impostos?
A Restituição de Impostos é o direito de recuperar o saldo credor gerado pelos créditos fiscais acumulados (como IPI e ICMS). A Compensação de Impostos, por sua vez, é o ato de usar esse saldo para abater impostos da mesma natureza ou outras obrigações tributárias. Em resumo: restituição é o direito; compensação é como você usa esse direito.
Quais impostos dão direito a Crédito Fiscal?
Os principais são ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços), IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), PIS e COFINS. Já impostos como IPTU e IPVA são definitivos e não geram direito a crédito.
Qual empresa tem direito a Restituição de Impostos?
Todas as empresas com escrituração fiscal e mercantil completas podem ter acesso, exceto aquelas no regime simplificado, como Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP) optantes do Simples Nacional. Se sua empresa está no Lucro Real ou Lucro Presumido, você provavelmente tem direito.
MEI ou EPP no Simples Nacional pode fazer Restituição de Impostos?
Não. Empresas tributadas pelo regime simplificado (Simples Nacional) não têm direito a Restituição de Impostos, pois esse benefício é exclusivo para quem está no Lucro Real ou Lucro Presumido com escrituração completa.
Como funciona o cálculo de Crédito Fiscal?
O cálculo mostra quanto de imposto você acumulou nas compras e quanto você recolheu nas vendas. Se o total de impostos pagos nas compras for maior que o recolhido nas vendas, você tem um saldo credor que pode ser restituído ou compensado. Esse cálculo precisa ser feito mês a mês para cada tipo de imposto.
Posso compensar crédito de ICMS com dívida de PIS?
Sim, em muitos casos. Se você tem saldo credor de ICMS, pode usá-lo para compensar débitos de PIS, COFINS ou outros tributos federais, desde que respeite as regras de cada tipo de imposto e as normas da Receita Federal.
Quanto tempo leva para receber uma Restituição de Impostos?
O prazo varia conforme o tipo de imposto e o procedimento (compensação direta, pedido de restituição ou ressarcimento). Compensações podem ser mais rápidas (alguns meses), enquanto restituições formais podem levar de 6 a 24 meses dependendo da análise da Receita Federal.
Preciso de um contador para solicitar Restituição de Impostos?
É fortemente recomendado. Um contador ou consultor tributário conhece as regras, documentações exigidas e prazos de cada tipo de imposto. Ele evita erros que podem resultar em multas e garante que você aproveite todos os créditos a que tem direito.
Qual é o risco de pedir Restituição de Impostos?
O principal risco é cometer erros no cálculo ou documentação, o que pode gerar multas e juros. Também há risco de a Receita Federal questionar a legitimidade dos créditos solicitados. Por isso, a apuração rigorosa e a orientação profissional são essenciais.
Como saber se minha empresa tem saldo credor de impostos?
Você precisa analisar a apuração mensal de cada imposto. Se o total de créditos (impostos pagos nas compras) for maior que o débito (impostos a recolher nas vendas), há saldo credor. Um consultor tributário ou seu sistema de gestão financeira pode fazer esse cálculo facilmente.
Posso usar Crédito Fiscal para abater outros débitos, como multas?
Não diretamente. Os créditos fiscais servem para compensar ou restituir tributos da mesma espécie. Multas e juros não são abatidos por créditos de ICMS ou IPI, a menos que haja legislação específica ou acordo com o Fisco.
IPI sempre gera direito a Crédito Fiscal?
Nem sempre. O direito ao crédito de IPI depende do tipo de empresa, da natureza da operação e se o produto é considerado insumo. Empresas industriais têm maior facilidade, mas é essencial verificar se a operação se enquadra nos critérios legais.
O que fazer com um saldo credor de ICMS que acumula mês após mês?
Você pode deixar acumular e usar para compensar débitos futuros, ou solicitar a restituição/ressarcimento ao Fisco. A escolha depende do seu fluxo de caixa e das regras estaduais, pois cada estado tem procedimentos próprios para ICMS.
Pequenas empresas de serviços têm direito a Restituição de Impostos?
Depende do regime tributário. Se estão no Lucro Real ou Presumido com escrituração completa, sim. Mas se são MEI ou EPP no Simples Nacional, não têm esse direito. Além disso, empresas de serviços geralmente têm menos créditos fiscais que indústrias, pois compram menos insumos.
Posso pedir Restituição de Impostos de anos anteriores?
Sim, mas há prazos. Geralmente você tem até 5 anos para solicitar ressarcimento de créditos não utilizados, contados a partir do momento em que o direito nasceu. É importante guardar todos os documentos fiscais (notas, recibos) desse período.
Como evitar perder o direito ao Crédito Fiscal?
Mantenha uma escrituração fiscal correta e atualizada, guarde todos os comprovantes de compra (notas fiscais), apure os créditos mensalmente e não deixe passar os prazos de compensação ou restituição. Um sistema de gestão financeira integrado ajuda a não perder prazos e a organizar os registros.
Qual é o impacto de uma boa gestão de Crédito Fiscal no fluxo de caixa?
Muito significativo. Se sua empresa tem R$ 50 mil de saldo credor acumulado e consegue compensá-lo ou recuperá-lo, esse dinheiro volta para o caixa. Em empresas com margens apertadas, um crédito fiscal bem gerenciado pode fazer diferença entre um mês crítico e um mês com fôlego.

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