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Sua empresa concluiu o Planejamento Estratégico? Agora está na hora de pensar nas Metas Orçamentárias

As metas orçamentárias guiam cada área da organização ao atingimento da estratégia. Conheça a importância das metas do orçamento e saiba como criá-las.

Neste artigo

A tarefa de elaborar o planejamento orçamentário não é fácil. E se elaborá-lo pode ser difícil, colocá-lo em prática pode ser ainda mais desafiador, pois na hora H ele pode acabar mostrando-se ineficaz. Um dos principais motivos de ainda termos orçamentos ineficazes é a falta de alinhamento entre o orçamento e o planejamento estratégico. Embora pareça óbvio (eu diria até uma questão de bom senso), ainda existem organizações que falham em fazer essa conexão.

Além disso, infelizmente ainda nos deparamos com casos em que os responsáveis por criarem e gerenciarem o orçamento não conseguem definir onde alocar mais efetivamente os gastos e investimentos. Em outras palavras, não sabem como desdobrar a estratégia empresarial em metas orçamentárias (ou têm dificuldade para fazer isso).

Para que isso não aconteça com você, vamos explicar como definir os objetivos estratégicos da empresa e como trazê-lo para o orçamento. Confira!

Definindo os objetivos empresariais com o Balanced Scorecard (BSC)

Antes de mais nada, a empresa precisa ter claro o que espera alcançar nos próximos anos, onde quer estar, quanto quer faturar, quais produtos quer vender. Por isso, é necessário definir os objetivos empresariais e, uma ferramenta que é essencial nessa etapa é o Balanced Scorecard, também conhecida como BSC.

O BSC é um processo de conhecimento organizacional que permite uma visão do todo do negócio, ou seja, uma visão holística, e cria um ciclo que se retroalimenta. Isso porque define os índices sob quatro perspectivas: econômico-financeira, clientes, processos internos e aprendizado e crescimento. A partir dessas óticas, é possível definir objetivos estratégicos para a empresa e os indicadores necessários para entender se o negócio está caminhando para atingí-los.

Aqui, é importante ressaltar alguns pontos. O primeiro deles é que você não é obrigado a se basear nas quatro perspectivas. É possível que para a sua empresa, três delas sejam suficientes ou, quem sabe, você encontre uma quinta. Essas quatro são as mais comuns. Também é possível que haja variações de nomenclatura, especialmente para simplificar a visualização.

O segundo ponto é perceber também que as perspectivas guardam entre si uma poderosíssima relação de causa e efeito, como mostra a figura abaixo:

Balanced Scorecard

Se avaliarmos cada perspectiva, fica mais fácil compreender sobre o que estamos falando, além de permitir você identificar como aplicar na sua realidade.

Para tentar deixar claro o que estamos falando, vamos pensar no exemplo de uma empresa modelo que vende moda praia e possui dois canais de vendas: uma loja física e um site. Considerando as quatro perspectivas da metodologia BSC, os objetivos da nossa empresa seriam:

Econômico-financeira:

  • Atingir R$ 1 milhão de faturamento bruto em cinco anos.

Clientes:

  • Ser Top of Mind quando o assunto for moda praia em quatro anos.

Processos internos:

  • Reduzir o tempo de atendimento de reclamações de clientes de sete dias para dois em um ano.

Aprendizado e crescimento:

  • Reduzir o turnover (rotatividade de colaboradores) de 40% para 10% em um ano.

Lembre-se: um ponto de atenção, pois esses objetivos precisam seguir a regra do SMART, da sigla em inglês:

S – Específicos (Specific)

M – Mensuráveis (Measurable)

A – Atingíveis (Attainable)

R – Realistas (Realistic)

T – Temporizáveis (Time-bound)

Aqui é importante lembrar que a metodologia sugere um ciclo, como mostramos antes. Ou seja, quando um objetivo é alcançado ou não, ele interfere nos demais, também conhecida como Mapa Estratégico.

Indicadores de Desempenho: como medir os objetivos?

Metas Orçamentárias

Vamos supor que você é o Controller na nossa empresa de moda praia e tem o objetivo financeiro de atingir R$ 1 milhão de faturamento bruto em cinco anos. Passaram-se esses cinco anos, chegou a hora de avaliar se a empresa atingiu ou não a meta, certo? Então você avalia o Demonstrativo de Resultado (DRE) e percebe que faturaram 80% do objetivo, apenas R$800 mil. Logo, a diretoria lhe questiona sobre os indicadores financeiros para buscar uma justificativa do que ocorreu.

No entanto, o faturamento é uma métrica do passado, ou seja, é o resultado de várias ações já realizadas, não é possível mudá-lo, apenas aceitá-lo. Por isso é extremamente importante, definir quais serão os Indicadores de Desempenho (KPI's) que a empresa irá acompanhar diariamente para analisar se está seguindo o melhor caminho. Vamos a um exemplo de indicadores para o objetivo da empresa de moda praia:

  • [Objetivo] Atingir R$ 1 milhão de faturamento bruto em cinco anos.
    • [Indicador] Faturamento bruto mensal
    • [Indicador] Taxa de crescimento do faturamento mensal
    • [Indicador] Ticket Médio

Como você viu no exemplo acima, é imprescindível que cada objetivo tenha pelo menos um indicador, mas é possível que para cada objetivo haja mais de um indicador. Assim como um indicador também pode se desdobrar em outros ainda mais específicos, como, por exemplo, você pode detalhar o faturamento mensal por colaborador. Quanto mais específico for os indicadores, melhor será a sua visão para entender os pontos de melhoria e identificar oportunidades. Mas lembre-se: só crie indicadores para aquilo que você consegue mensurar. Esses indicadores podem, ainda, ser classificados por nível hierárquico em estratégico, tático e operacional.

Metas Orçamentárias

Para todo indicador existe uma meta. O desdobramento da estratégia é o detalhamento das metas relacionadas aos objetivos definidos. Então a frase de Dilma Rousseff: “Não vamos colocar meta. Vamos deixar a meta aberta, mas quando atingirmos a meta, vamos dobrar a meta", não se aplica por aqui, ok?

No nosso exemplo, as metas orçamentárias serão:

  • [Objetivo] Atingir R$ 1 milhão de faturamento bruto em cinco anos.
    • [Indicador] Faturamento bruto mensal
    • [Indicador] Taxa de crescimento do faturamento mensal
    • [Indicador] Ticket Médio
      • [Meta Orçamentária] Crescer o faturamento 15% ao mês
      • [Meta Orçamentária] Aumentar o ticket médio em 8%

Metas do orçamento

Orçamento é justamente a projeção dessas metas, especificamente da perspectiva financeira. A maioria dos empresários e executivos, quer ter a previsão tanto das receitas como das despesas, pelo menos um número aproximado. É exatamente o orçamento empresarial quem te dará essa previsibilidade, acredite!

É importante também esclarecer que a criação de um orçamento não é apenas uma atividade que o CFO passa ao controller da empresa. Um orçamento deve ser visto como um plano financeiro abrangente para atingir os objetivos financeiros e operacionais de uma organização. Quando utilizado de maneira correta, ele acaba sendo um mapa do plano estratégico da empresa.

Assim, o orçamento estabelece, da forma mais precisa possível, como se espera que transcorram os negócios da empresa, proporcionando uma visão bem aproximada da situação futura desejada. E que situação é essa? A definida no planejamento estratégico, claro! Por isso, dizemos que o planejamento estratégico mostra onde se quer chegar e o plano do orçamento apresenta como chegar.

O exemplo acima apenas mostra um pedaço do orçamento empresarial a fim de que você tenha uma melhor compreensão de como desdobrar o planejamento estratégico em metas do orçamento. Para que possa executar a tarefa com êxito, temos duas dicas especiais.

Dicas Treasy para desdobramento das metas orçamentárias

Destacamos que uma boa prática para realizar esse desdobramento é envolver os gestores de todas as áreas, os quais poderão avaliar, junto com o controller, a viabilidade de cada meta.

Importante observar que existem duas alternativas para definição das metas orçamentárias:

  • Caso a empresa opte por um orçamento Bottom Up, cada área receberá suas metas orçamentárias e com base nelas elaborará seu orçamento, o qual será posteriormente consolidado e confrontado com o planejamento estratégico já elaborado. Em caso de não conformidade, serão realizadas revisões até que o conjunto dos orçamentos de todos os departamentos levem a empresa à realização da sua estratégia;
  • Caso a empresa opte por um orçamento Top Down, a alta gerência será a responsável por definir gastos, despesas e investimentos de acordo com as metas orçamentárias desdobradas do planejamento estratégico.

Dicas metas orçamentárias

Independente de utilização do Top Down Budgeting ou da abordagem Bottom Up, lembre-se sempre de que o controller será a figura essencial tanto no auxílio para definição das metas orçamentárias, quanto para verificar a realização das revisões orçamentárias (como no caso do Orçamento Bottom Up), além de verificar as necessidades das áreas para que cada departamento tenha recursos financeiros suficientes para dar conta do recado (Orçamento Top Down).

Outro ponto a se considerar quando o assunto são as metas orçamentárias, é que contar apenas com planilhas pode resultar em perda de controle do orçamento por parte do profissional de controladoria. Para conseguir acompanhar o andamento das metas do orçamento, o mais indicado é a empresa ter o apoio de uma solução para Gestão Orçamentária.

Caso queira entender melhor o que um software pode fazer para sua organização, deixamos aqui o convite para que você faça um teste gratuito por 7 dias e confira recursos como:

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Como acompanhar as metas do orçamento?

Sem dúvidas, uma excelente pergunta, já que sabemos que de nada adianta elaborar um planejamento orçamentário sem realizar o acompanhamento do Previsto x Realizado. Como estamos falando de metas orçamentárias, sugerimos três ferramentas:

  • Balanced Scorecard (BSC): a ideia central do BSC é enxergar de forma balanceada todas as métricas de negócio de uma empresa, agrupadas em objetivos estratégicos e que tenham uma relação de causa e efeito entre ela. Dessa forma é possível verificar o andamento das metas orçamentárias e, se necessário, acender o alerta para determinada área.
  • Indicadores Chave de Desempenho (KPI): além de serem fundamentais para medição dos resultados, os KPI são excelentes “veículos de comunicação”, pois permitem que uma organização comunique suas metas e resultados a toda a equipe, demonstrando de forma direta e objetiva o quão eficiente uma meta do orçamento está e como tem sido seu desempenho ao longo de um período determinado.
  • Indicador Chave de Objetivos (KGI): atesta se uma meta orçamentária foi ou não atingida, ou seja, refere-se a indicadores predefinidos de objetivos (metas) que indicam o que foi alcançado. Na prática, o KGI mostra quanto faltou realizar para que a meta do orçamento fosse bem-sucedida. Por exemplo, imagine que para a área de vendas tenha sido definida uma meta de R$ 1 milhão em vendas para o primeiro semestre. Ao final dos seis meses a empresa vendeu somente R$ 230 mil. Portanto, atualmente o seu KGI está em 23%.

Importante! Para fechar…

Lembram que bem no começo desse material falamos sobre o planejamento estratégico e, na sequência, sobre o planejamento orçamentário? Para chegar nesse orçamento, fizemos um guia, te conduzindo passo a passo. Primeiro, mostramos como definir os objetivos estratégicos baseados nas perspectivas do BSC. Mas alertamos para o fato de que os objetivos por si só não medem se estamos no caminho, eles são o resultado.

Por isso falamos da importância de definir os KPI’s, que podem ser classificados por nível hierárquico: estratégico, táticos e operacionais. Os KPI’s também podem ser desdobrados e se tornarem bem específicos, como por área, por colaborador, e assim por diante. Por último, mas não menos importante, citamos as metas e retornamos para o planejamento orçamentário, já que o orçamento nada mais é, do que as metas projetadas.

Não esqueça de que assim como o planejamento estratégico ou o plano orçamentário, as metas orçamentárias não são escritas em pedras. É preciso entender que elas podem sofrer alterações de acordo com o cenário que a empresa se encontra. As revisões orçamentárias são essenciais para adequar a organização ao atingimento do objetivo definido em sua estratégia.

Portanto, metas do orçamento têm caráter de flexibilidade e não são 100% precisas. O que se busca, ao criá-las, não é a geração de algo muito detalhado, mas de um direcionamento que seja viável e que seja um norteador para as tomadas de decisão.

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Guia Prático do Orçamento Empresarial

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Perguntas frequentes

Qual é a diferença entre planejamento estratégico e orçamento
O planejamento estratégico define ONDE a empresa quer chegar (visão, missão, objetivos de longo prazo). O orçamento é o caminho financeiro para chegar lá — ele traduz a estratégia em números, alocando recursos nas áreas certas. Sem estratégia, o orçamento vira apenas uma planilha de gastos. Sem orçamento, a estratégia fica só no papel.
Por que as metas orçamentárias são importantes
As metas orçamentárias alinham cada departamento ao mesmo objetivo. Se a meta é crescer 15% de receita, a área comercial sabe quanto precisa vender, a produção sabe quanto precisa fabricar, e o financeiro sabe quanto pode gastar. Sem metas claras, cada setor puxa para um lado e o dinheiro se dispersa.
O que é Balanced Scorecard e para que serve
O BSC é uma metodologia que traduz a estratégia da empresa em quatro perspectivas (financeira, clientes, processos internos e aprendizado/crescimento) e cria objetivos para cada uma. Isso ajuda a ver o negócio de forma completa e identificar como uma ação em uma perspectiva afeta as outras — por exemplo, treinar melhor o time (crescimento) reduz erros no atendimento (processos) e aumenta satisfação do cliente (clientes), o que gera mais receita (financeira).
Preciso usar todas as quatro perspectivas do BSC obrigatoriamente
Não. As quatro perspectivas são um padrão, mas você pode adaptar à sua realidade. Algumas empresas usam apenas três, outras ajustam os nomes para fazer mais sentido no contexto. O importante é ter perspectivas que cubram os pilares do seu negócio.
Como desdobrar a estratégia em metas orçamentárias
Comece com o objetivo estratégico (exemplo: faturar R$ 1 milhão em 5 anos). Depois, quebre em metas menores por ano e por área. A comercial pode ter meta de receita, o marketing meta de leads, a operação meta de custo unitário. Cada meta precisa ser SMART (específica, mensurável, atingível, realista e com prazo) para ser monitorada e ajustada ao longo do caminho.
Qual é a regra SMART para definir metas
SMART significa: Específicas (deixe claro o quê); Mensuráveis (coloque um número); Atingíveis (desafiador mas possível); Realistas (com recursos que você tem); Temporizáveis (com data de início e fim). Uma meta SMART é 'reduzir custo de produção em 8% até dezembro'. Uma que não é SMART é 'melhorar a eficiência operacional'.
Como alinhar orçamento com objetivos que já foram definidos
Revise seus objetivos estratégicos. Para cada um, identifique quais áreas são responsáveis e quanto de recurso (pessoas, dinheiro, tempo) é necessário. Depois, distribua o orçamento anual respeitando essas prioridades. Se a estratégia diz 'crescer em market share', não corte investimento em marketing; se diz 'reduzir custos', revise a estrutura de despesas fixas.
Quantos objetivos estratégicos uma empresa deve ter
Não existe número mágico, mas entre 5 e 10 objetivos é um bom ponto de partida. Muitos objetivos pulverizam o foco e o orçamento; poucos podem deixar lacunas estratégicas. O importante é que cada objetivo seja conectado aos resultados financeiros que você espera.
O que fazer se o orçamento não permite atingir todos os objetivos estratégicos
Isso é normal. Nesse caso, você precisa priorizar: quais objetivos impactam mais o resultado financeiro e fazem mais diferença competitiva. Depois, aloque recursos neles e ajuste os demais objetivos para prazos maiores ou metas menores. Transparência aqui é crucial — comunique ao time por que certos projetos foram adiados.
Como monitorar se as metas orçamentárias estão sendo atingidas
Estabeleça um ciclo de acompanhamento mensal ou trimestral. Compare o realizado versus o planejado (P×R) em cada área. Se houver desvios maiores que 5-10%, investigue a causa e tome ação corretiva. Use um painel centralizado para deixar visível para toda a liderança, não esconda números ruins em relatórios escondidos.
Quando é a melhor hora para revisar e ajustar as metas orçamentárias
O ciclo ideal é revisar anualmente durante o planejamento do próximo ano. Mas se o cenário mudar drasticamente (crise, oportunidade inesperada), faça uma revisão extraordinária. Muitas empresas fazem check-in trimestral: se os números caíram 20% de receita, não faz sentido esperar um ano inteiro para mexer.
Qual é a relação de causa e efeito entre as perspectivas do BSC
Se você investe em aprendizado (treina seu time), melhora seus processos internos (menos erros, mais velocidade). Processos melhores geram clientes mais satisfeitos (menos reclamações, mais recomendações). E clientes satisfeitos geram mais receita (perspectiva financeira). É uma corrente: crescimento → processos → clientes → receita.
Posso usar o BSC para uma pequena empresa ou é só para grandes corporações
O BSC funciona em qualquer tamanho de empresa. Para uma pequena empresa, pode ser mais simples (talvez 3 perspectivas em vez de 4, e 3 objetivos em vez de 10), mas a lógica é a mesma. O importante é conectar estratégia a orçamento, independente de ter 10 ou 10 mil funcionários.
Como comunicar as metas orçamentárias aos times operacionais
Comunique de forma clara e cascata: a liderança entende o objetivo estratégico, os gerentes traduzem em metas por departamento, e os colaboradores entendem sua parte naquilo. Use exemplos concretos (R$ ou números) em vez de conceitos abstratos. E explique o 'por quê' — quando o time entende para que serve, executa melhor.
O que fazer quando a meta orçamentária não é atingida
Primeiro, entenda por quê: foi falta de recurso, mudança do mercado, execução ruim ou objetivo irrealista? Depois, decida: ajusta a meta para próximas semanas, aloca mais recurso, ou muda a estratégia. Não ignore e deixe passar — use como aprendizado para o próximo ciclo.
Existe risco em definir metas orçamentárias muito desafiadoras
Sim. Metas impossíveis desmotivam o time e viram ruído — ninguém leva a sério. Por outro lado, metas muito fáceis não puxam inovação. O ideal é 'desafiador mas atingível': algo que exige esforço, mas que o time acredita ser possível com dedicação. Pergunte ao time antes de bater o martelo.
Como lidar com metas que entraram em conflito uma com a outra
Conflitos de meta revelam problemas na estratégia ou na alocação de recursos. Exemplo: 'aumentar margem bruta' conflita com 'aumentar volume de vendas com preço menor'. Nesse caso, escolha qual é a prioridade real e ajuste as demais metas para não contradizer. Deixar metas em conflito confunde o time e desperdiça energia.
É possível revisar metas orçamentárias mensalmente
Pode ser, mas cuidado. Revisar todo mês deixa tudo fluido demais e o time nunca sabe exatamente no que focar. O mais comum é revisar trimestralmente e fazer ajustes maiores anualmente. Se você está mudando meta todo mês, é sinal de que a estratégia não está clara ou o cenário está muito volátil.

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