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06 fatores críticos para o sucesso da Gestão Orçamentária em sua empresa

Conheça os 06 fatores críticos para o sucesso da Gestão Orçamentária em sua empresa.

Neste artigo

Silhueta em pé no topo de rocha com céu ao fundo, demonstrando vitória em fatores critico de sucesso

Quem já acompanha o nosso blog provavelmente já conhece e está mais do que convencido dos inúmeros benefícios que a Gestão Orçamentária pode gerar para sua empresa, dos incrementos de resultado que o Orçamento Empresarial proporciona, isso sem contar como a Gestão Orçamentária simplifica e deixa mais segura diversas tomadas de decisões para uma organização que a adota.

Todavia, para uma Gestão Orçamentária de sucesso é preciso estar de olho em alguns fatores críticos que podem alavancar ou atrapalhar o alcance dos resultados. Separamos a seguir, seis tópicos para auxiliar sua empresa não perder de vista o que realmente importa na Gestão Orçamentária.

Confira os fatores críticos para o sucesso da Gestão Orçamentária em sua empresa!

1 - Envolvimento e comprometimento da liderança

Para começar, é de extrema importância que a liderança e os altos cargos da empresa estejam envolvidos e comprometidos com a adoção da Gestão Orçamentária. Se a liderança não compra a causa e se envolve com o processo, os demais colaboradores acabam não sentindo a necessidade de se envolverem também.

Assim, um dos fatores críticos de sucesso para adoção da Gestão Orçamentária em uma empresa depende do envolvimento das pessoas que irão executá-la. É fundamental manter as pessoas alinhadas e capacitadas a pensar sistematicamente sobre o futuro e não somente as ações do presente.

2 - Clareza e abertura na comunicação

Outro fator crítico para o sucesso da Gestão Orçamentária é a efetiva comunicação do plano estratégico para toda a organização. É muito importante que todo mundo saiba a sua parte no todo, e que se comprometa com ela. Para isso a comunicação é fundamental e o depois de pronto, o orçamento não pode ir parar na “gaveta” da diretoria.

A estratégia só acontece quanto toda a empresa esta envolvida e as pessoas conseguem se enxergar nessa estratégia. Para que as pessoas compreendam e materializem os objetivos e metas estratégicas, elas necessitam estar alinhadas aos objetivos e metas da operação, do dia-a-dia da empresa.

3 - Ter um processo estabelecido de Gestão Orçamentária

É muito importante que a organização, independente do setor ou porte, tenha um processo estruturado de Gestão Orçamentária. Sendo assim, é fundamental que as empresas tenham um Planejamento Orçamentário formalizado, que permita nortear de maneira estruturada suas ações, mas sempre buscando o alcance dos objetivos e metas futuras, como, por exemplo, melhoria dos resultados, redução de custos e despesas, ampliação do market share, conquista de novos mercados, etc.

A Gestão Orçamentária não pode ser uma coisa de momento. Deve ser um processo continuo dentro da empresa e esse processo tem que prever reuniões de analise crítica de desempenho de cada área, que claro, contribuam para o desempenho global da empresa. Isso deve ser continuo na empresa de maneira em que todo mundo já saiba quando cada reunião vai acontecer, qual é a dinâmica da reunião, e o que é esperado que cada participante prepare para que a reunião tenha a maior efetividade possível.

4 - Criação de uma cultura organizacional

A cultura organizacional é o que conduz as ações dentro da organização. É importantíssimo haver um clima organizacional orientado a resultados, com as pessoas buscando atingir suas metas individuais para que a organização bata as metas globais.

É preciso tornar claro na cultura da organização o alinhamento entre estratégia e execução. Esse é o grande desafio para as organizações na busca da melhoria contínua de seus resultados. Sendo assim, a gestão por indicadores é um ótimo caminho para permitir a mudança no ambiente corporativo que passa a encarar os problemas como desafios e a criar no presente às possibilidades vencedoras do amanhã.

Neste sentido, um fator crítico para o sucesso da Gestão Orçamentária é que ela esteja alinhada e inserida na própria cultura organizacional. Do contrário se tornará apenas um plano feito anualmente e depois esquecido, sem que sejam aproveitados todos seus potenciais de melhoria dos resultados.

5 - Uma boa ferramenta de apoio

Ter uma ferramenta ou sistema que permita que os gestores possam monitorar o orçamento e indicadores e metas de toda a empresa facilita o processo e é outro fator crítico para o sucesso da Gestão Orçamentária. Para isto, a ferramenta adotada deve garantir a execução do que foi efetivamente estruturado e definido durante a fase de planejamento da estratégia, bem como avaliá-la e revê-la constantemente possibilitando que o planejamento orçamentário conecte-se com o dia-a-dia.

Para garantir que a gestão ocorra de maneira integrada, é necessário que os processos operacionais sejam identificados, analisados e melhorados. Além disso, é preciso identificar, acompanhar e controlar continuamente os indicadores chave de desempenho, que em uma visão rápida e objetiva, mostram quais resultados estão sendo alcançados ou não.

Para realizar tudo isso com precisão, nada melhor do que ter um software que forneça um mapa de toda a estratégia definida pela empresa, produza relatórios, mostre se as ações estão atrasadas, auxilie no monitoramento dos indicadores, traduza as informações em gráficos, enfim, um software que reúna e facilite a interpretação das informações necessárias para as tomadas de decisão da empresa.

Antes, um software como este costumava ser complexo e caro, acessível a apenas grandes empresas. Mas com a chegada da computação em nuvem, soluções online como o Treasy tem tornado a Gestão Orçamentária acessível a pequenas e médias empresas.

6 - Acompanhamento e revisões

O último fator crítico para o sucesso da Gestão Orçamentária é o monitoramento e a reavaliação constante da estratégia na organização. Para isto é fundamental a empresa ter o PDCA embutido em sua cultura e consequentemente, no processo de Gestão Orçamentária. Não basta apenas acompanhar a execução do que foi planejado, mas é preciso também ter um momento de análise critica nesse processo, e quando preciso refazer o planejamento. Isto é o que chamamos de Revisões Orçamentárias.

O processo de Acompanhamento e Revisões Orçamentárias ajuda a aumentar a inteligência competitiva da empresa, possibilitando acompanhar as mudanças no cenário econômico em que a organização está inserida.

Assim a empresa deve revisar periodicamente seu planejamento orçamentário, criando para isto um comitê de planejamento, além, claro, de disponibilizar todo o ferramental orçamentário e de acompanhamento dos indicadores necessários para que a equipe possa criar revisões orçamentárias de forma rápida e dinâmica.

É importante ressaltar que o planejamento orçamentário não é estático e sim dinâmico, e que por isso, alterações, medidas corretivas e mudanças de rumo serão necessárias na trajetória da organização. E isto é um aspecto que deve ser encarado de forma extremamente positiva pela organização, pois proporciona a criação de uma cultura de mudança que acaba gerando constantemente novas perspectivas de sucesso.

Mais sobre fatores críticos para o sucesso da Gestão Orçamentária

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Perguntas frequentes

O que é Gestão Orçamentária e por que é importante para minha empresa?
Gestão Orçamentária é o processo de planejar, acompanhar e controlar as receitas e despesas da empresa de forma estruturada. É importante porque permite que você veja com antecedência para onde o dinheiro vai ir, identifique desvios antes que virem problemas e tome decisões com base em dados reais, não em achismo. Uma empresa com Gestão Orçamentária estruturada reduz surpresas no fluxo de caixa e consegue aumentar a margem de lucro.
Como a falta de envolvimento da liderança prejudica a Gestão Orçamentária?
Se a diretoria não está engajada no orçamento, o resto da empresa enxerga isso e também desengaja. O orçamento vira um documento que fica na gaveta em vez de um guia real para as ações do dia a dia. Sem patrocínio de cima, ninguém da operação sente urgência em alinhar suas ações ao plano, e o resultado é que a empresa continua funcionando no improviso.
Qual é a diferença entre ter um orçamento e ter um processo de Gestão Orçamentária?
Um orçamento é um documento. Um processo de Gestão Orçamentária é um ciclo contínuo: você planeja, executa, acompanha, analisa desvios e ajusta. Envolve reuniões periódicas de revisão, responsáveis definidos por cada linha de despesa, e rotinas claras que todo mundo conhece. Sem o processo, o orçamento vira ficção.
Com que frequência a empresa deve revisar e acompanhar o orçamento?
O mínimo são revisões mensais, sincronizadas com o fechamento financeiro. Mas o ideal é ter uma rotina também semanal ou quinzenal de acompanhamento operacional dos indicadores mais críticos (caixa, custos variáveis, receita). A frequência depende da volatilidade do seu negócio: se você tem receita previsível, mensal já funciona; se é sazonal ou de alto risco, precisa acompanhar mais de perto.
Como comunicar o orçamento para que toda a empresa realmente entenda e siga?
Comece traduzindo os números da estratégia para a linguagem de cada área. O gerente de produção precisa entender não quanto o setor dele pode gastar, mas como aquele orçamento se conecta ao objetivo maior da empresa (ex: reduzir desperdício em 5% gera R$ 50 mil de economia). Use exemplos concretos e deixe claro qual é a responsabilidade de cada um. Depois, deixe o orçamento visível: em painel, em reunião mensal, em mensagem clara do líder.
Qual é o impacto da Gestão Orçamentária no fluxo de caixa da empresa?
Enorme. Gestão Orçamentária bem feita permite prever quando o caixa vai apertar, quando você terá sobra, e ajustar as ações com antecedência. Você consegue adiar um investimento não essencial, renegociar prazos com fornecedores ou acelerar a cobrança antes que o caixa zere. Sem orçamento, você descobre o problema quando a conta bancária já está no vermelho.
É possível fazer Gestão Orçamentária eficiente usando apenas planilhas de Excel?
Tecnicamente sim, mas é frágil e cansativo. Com Excel você consegue fazer o planejamento inicial, mas fica difícil manter tudo atualizado, garantir que todos estejam olhando a versão correta, consolidar dados de vários departamentos sem erros, e gerar análises rápidas quando precisa tomar decisão. Conforme a empresa cresce, a complexidade fica insustentável e os erros aumentam.
Como estabelecer metas realistas no orçamento sem parecer desmotivante?
Use dados históricos como base (quanto você vendeu, quanto gastou nos últimos 12 meses) e considere as mudanças conhecidas para o período (sazonalidade, novos clientes, inflação estimada). Envolva os gestores na definição das metas deles, não imponha de cima para baixo. Metas construídas em conjunto têm mais chance de adesão. E seja realista: crescimento de 15% é bacana, mas se o mercado cresceu 3%, você precisa saber onde vai sacar os outros 12 pontos.
O que fazer quando o resultado real ficar muito diferente do orçado?
Primeiro, investigue por quê. Foi culpa de um evento externo (câmbio, inflação, crise) ou de falha interna (vendedor que não atingiu meta, despesa não controlada)? Se foi externo, use isso para aprender e revisar suas premissas para o próximo ciclo. Se foi interno, corrija: talvez o processo de aprovação de despesas está frouxo, ou o time de vendas precisa de reforço. Depois, replaneje o resto do ano: não dá para deixar a empresa seguindo um orçamento que já não faz sentido.
Gestão Orçamentária funciona para micro e pequenas empresas ou é só para grandes corporações?
Funciona para qualquer porte. Uma micro empresa não precisa de processo sofisticado, mas precisa saber quanto tem para gastar cada mês e quanto espera ganhar. O que muda é a complexidade: uma pequena empresa pode fazer isso em uma planilha bem organizada e uma reunião mensal; uma média empresa já precisará de mais rigor e ferramentas.
Como criar uma cultura de orçamento quando a empresa nunca teve isso?
Comece pequeno: escolha um departamento como piloto, mostre os resultados, e use isso para convencer o resto. Comunique constantemente por quê você está fazendo isso (não é para cortar por cortar, é para ter controle). Reconheça publicamente quem bate a meta orçada. E seja paciente: cultura leva tempo. Nos primeiros meses, espere resistência.
Qual é o melhor momento do ano para começar a implementar Gestão Orçamentária?
O ideal é começar no último trimestre do ano anterior: setembro, outubro, novembro. Assim você tem tempo para rodar o ciclo, treinar o time, corrigir erros antes que o orçamento do ano novo realmente vire executivo. Mas se está no meio do ano, comece já: implemente para os meses restantes e use isso como ensaio para o próximo ciclo orçamentário completo.
Como alinhar o orçamento de cada departamento com a estratégia geral da empresa?
Comece pela estratégia: quais são os 3 a 5 objetivos principais da empresa para o próximo ano? Depois, para cada objetivo, defina quais departamentos contribuem e como. Se o objetivo é aumentar receita em 20%, o departamento de vendas precisa de orçamento para contratar, o de marketing para campanhas, o administrativo precisa suportar o aumento de volume. Cada um sabe sua parte e como ela se conecta ao todo.
Quanto tempo leva para implementar um processo de Gestão Orçamentária do zero?
Entre 2 a 4 meses para o primeiro ciclo completo (planejamento, comunicação, execução, acompanhamento). Nos primeiros 30 dias você estrutura o processo, define responsáveis, treina o time. Nos próximos 60 a 90 dias você executa o primeiro ciclo, aprende o que funciona e o que não funciona. Do segundo ciclo em diante fica mais fluido.
Qual é o erro mais comum que as empresas cometem ao implementar Gestão Orçamentária?
Fazer o orçamento ficar pronto, comunicar uma vez, e depois deixar guardado. Depois de janeiro, ninguém mais olha para aquele documento até o final do ano. O resultado: a empresa executa conforme bem entender, e quando chega o fechamento, o resultado é uma surpresa (quase sempre negativa). Gestão Orçamentária só funciona se for um processo vivo, acompanhado todo mês.
Como medir se a Gestão Orçamentária está realmente gerando resultado na minha empresa?
Olhe para três indicadores: (1) precisão do orçamento — quanto os resultados reais se aproximaram do planejado; (2) velocidade de decisão — você consegue identificar e corrigir desvios antes que virem crise; (3) resultado financeiro — margem de lucro, retorno sobre investimento, redução de desperdício. Se esses três indicadores melhoraram após implementar orçamento, está funcionando.
Qual é a relação entre Gestão Orçamentária e planejamento estratégico?
O planejamento estratégico define para onde a empresa quer ir nos próximos 1, 3, 5 anos. A Gestão Orçamentária traduz essa direção em números — quanto gastar, quanto ganhar, em qual período. Uma sem a outra não funciona: estratégia sem orçamento fica sonho; orçamento sem estratégia vira apenas controle de gastos.
É preciso fazer orçamento para cada departamento separadamente ou um único orçamento para toda a empresa?
Os dois. Você precisa de orçamentos por departamento (vendas, produção, administrativo, etc.) porque cada um tem realidades diferentes. Mas precisa também consolidar tudo em um orçamento geral da empresa para garantir que a soma faz sentido e que as áreas não estão em conflito. Um sem o outro gera problemas: orçamentos isolados criam silos; orçamento só geral é muito abstrato para o dia a dia operacional.

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