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Custos e Precificação Artigos

CPV, CMV e CSV: saiba como esses indicadores podem ajudar sua empresa

Saber o que significam as siglas CPV, CMV e CSV pode fazer uma grande diferença na sua empresa. Conheça esses indicadores!

Neste artigo

CPV, CMV e CSV

Pensando em aumentar a participação no mercado e se consolidar entre seu público-alvo, a empresa Alfa decidiu lançar um produto novo, apostando suas fichas na fácil aceitação do público. Depois de 7 meses, de fato, as vendas subiram e o faturamento também teve alta, animando os donos do negócio.

Tudo muito bom, não é mesmo? A essa altura, então, você já deve estar pensando que tem um “mas” nessa história. E tem mesmo. Isso porque crescimento do faturamento não significa, necessariamente, lucro. Se há mais coisas entre o céu e a terra do que supõe nossa vã filosofia, como diria o ditado, imagine nas contas de uma empresa.

Brincadeiras à parte, o fato é que a sua visão sobre as contas do negócio, tanto na indústria quanto no comércio ou nos serviços, não pode ser tão pragmática. A relação entre as vendas e o faturamento precisa incluir um item essencial: os custos. Na prática, isso quer dizer que do montante vendido é necessário descontar os gastos realizados para produzir ou adquirir os produtos e prestar os serviços.

Nesse momento, três siglas surgem como solução para a realização deste cálculo: CPV, CMV e CSV, que significam, respectivamente, Custo dos Produtos Vendidos, Custo das Mercadorias Vendidas e Custo dos Serviços Vendidos. É sobre elas que vamos falar neste artigo, explicando como funcionam e dando exemplos práticos de aplicação. Confira!

A função e a importância dos indicadores CPV, CMV e CSV

Esses três indicadores calculam os custos diretos da empresa na produção e aquisição de produtos ou na prestação de serviços que foram comercializados em um determinado período. Para isso, além dos gastos específicos da operação, entram nestas contas os saldos inicial e final do estoque ou dos serviços em andamento.

Dessa forma, o CPV, o CMV e o CSV não consideram os custos dos produtos que permanecem em estoque ou dos serviços que ainda estão sendo executados, só do que foi vendido ou do serviço prestado. Ficou confuso? Vamos explicar melhor. Alguns custos só são custos quando o produto é vendido ou o serviço é prestado. Por exemplo, um pedreiro só vai gastar com cimento quando for executar o serviço, até então esse custo não existia. Assim, fica mais exata a apuração do lucro bruto de determinado período, pois torna-se mais clara a relação do faturamento e dos custos operacionais dentro do período de um mês, por exemplo.

Com essas informações em mãos, os gestores podem avaliar melhor suas estratégias, como a precificação. Mas, principalmente, podem rever seus custos operacionais, identificando o que pode ou não ser alterado e aperfeiçoado.

É por essa função e também pela exatidão que essas siglas aparecem no Demonstrativo de Resultados do Exercício (DRE), figurando como despesa do período contábil. Então, esses cálculos são itens gerenciais e também legais. Dito isso, vamos entender agora o funcionamento de cada uma dessas ferramentas.

Apuração dos Custos

Bom, até aqui vimos a importância de identificar o CPV, CMV e CSV. Mas antes de falarmos como funciona o cálculo é importante abordarmos a questão de como identificar o custo por produto ou serviço. Essa é uma dificuldade geral na maioria das empresas que a Treasy atende, porque é uma informação muito trabalhosa para conseguir.

Por exemplo, uma caneta é composta por diversos materiais, certo? Como plástico, tinta, metal. Todos esses componentes são custos e é necessário identificar quanto cada material foi gasto na fabricação de uma única caneta para compor o custo do produto.

Para conseguir essa informação, sua empresa precisa ter processos estruturados e implementar um método de custeio. Os dois métodos mais conhecidos são: Método de Custeio por Absorção x Método de Custeio Variável. Nesse link explicamos certinho como funciona cada um e qual é o melhor método para a sua empresa: Guia completo do Método de Custeio por Absorção x Método de Custeio Variável: Qual o melhor?

Você também pode utilizar uma planilha de fizemos para comparar os dois modelos, para acessá-la gratuitamente, basta clicar na imagem:Modelo de Planilha de Custeio por Absorção x Custeio Variável

Lembre-se, essa informação é essencial para darmos continuidade na explicação.

O que é CPV?

Nós vimos anteriormente que o CPV é o Custo dos Produto Vendidos, mas como funciona esse indicador? Antes de qualquer coisa, é preciso esclarecer um ponto: produto e mercadoria não são palavras sinônimas no universo contábil e fiscal. O primeiro termo se refere ao bem que é produzido pela própria empresa. Já o segundo representa os materiais que são comprados de terceiros com o objetivo de revender.

É por isso, então, que o CPV está diretamente ligado aos processos industriais. Sendo assim, esse indicador utiliza como variáveis, além dos saldos de estoque, os gastos gerais de fabricação, os custos da matéria-prima e da mão de obra.

Sendo esses são os componentes do cálculo, a fórmula do CPV fica a assim:

CPV = EI + (In + MO + GGF) – EF

Em que:

  • CPV = Custo dos Produtos Vendidos
  • EI = Estoque inicial
  • In = Insumos (matérias-primas, materiais de embalagem e outros materiais) aplicados nos produtos vendidos
  • MO = Mão de obra direta aplicada nos produtos vendidos
  • GGF = Gastos gerais de fabricação (aluguéis, energia, depreciações, mão de obra indireta etc.) aplicada nos produtos vendidos
  • EF = Estoque final (inventário final)

Para que você saiba como calcular o CPV, vamos a um exemplo prático. Imagine que a empresa Alfa queira apurar o lucro bruto do primeiro mês em que o produto novo ficou no mercado. Para isso, então, ela vai calcular o custo dos produtos vendidos e compará-lo com o faturamento, que foi de R$ 450.000,00. A contabilidade passa os seguintes dados:

  • EI = R$ 150.000,00
  • In = R$ 70.000,00
  • MO = R$ 20.000,00
  • GGF = R$ 30.000,00
  • EF = R$ 15.000,00
CPV = 150.000 + (70.000 + 20.000 + 30.000) – 15.000CPV = 150.000 + 120.000 - 15.000CPV = 270.000 - 15.000CPV = 255.000

Portanto, o custo dos produtos vendidos naquele mês foi de R$ 255.000,00. Relacionando com o faturamento, chegamos a um lucro bruto de R$ 195.000,00.

Para que uma indústria identifique seu Custo do Produto Vendido, é necessário criar uma Ficha Técnica por produto. Isso pode dar muito trabalho mas traz resultados bem significativos.

Como montar uma ficha técnica

Na ficha técnica você precisa informar tudo que compõe seu produto e a quantidade utilizada. Você pode fazer isso usando uma planilha ou um sistema, para o nosso exemplo, vamos utilizar telas do Treasy.

Por exemplo, a empresa Campo Confecções, dentre toda a gama de produtos que fabrica, um deles é a bermuda. Nesta tela a seguir, você consegue visualizar toda a matéria prima e a quantidade prevista de zíper para a fabricação de uma bermuda.

Ficha técnica

Depois é necessário informar qual é o valor pago pela matérias prima, no nosso caso, o zíper.

Ficha técnica

Multiplicando então a quantidade x o preço da matéria prima, teremos o CPV unitário.

Ficha técnica

E se multiplicarmos esse valor pela quantidade de vendas, teremos o CPV total.

Ficha técnica

É importante lembrar que tanto o CPV como o CMV só existem depois que ocorre uma venda. Dessa forma, o CPV e o CMV  não consideram os custos dos produtos que permanecem em estoque ou dos serviços que ainda estão sendo executados, só do que foi vendido ou do serviço prestado.

É fácil para uma empresa identificar os custos de determinadas matérias primas, por exemplo, o zíper. No entanto, saber quanto de tecido foi necessário para fabricá-la pode ser mais complexo. Conseguir ter um número exato é um desafio para a maioria das indústrias, quanto mais rigoroso é o controle na produção, mais fácil a organização conseguirá medir quando de matéria prima será utilizada.

Como comentei, nesse exemplo usamos telas do Treasy, caso você tenha interesse em conhecer melhor a ferramenta, disponibilizamos um teste de 7 dias gratuitos, basta fazer o cadastrando clicando na imagem a baixo:

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O que é CMV?

CPV, CMV e CSV

Vamos ver, então, o que é o Custo das Mercadorias Vendidas. O CMV é mais utilizado no comércio, mas pode incluir qualquer atividade que não seja necessariamente deste setor, basta que a empresa compre algum bem para revender, como os produtos que um salão de beleza vende às clientes.

Por se tratar apenas da aquisição da mercadoria, calcular o CMV exige menos variáveis que o CPV. É considerado, junto com os saldos de estoque, o valor da compra dos itens.

Essa é, portanto, a fórmula do CMV:

CMV = EI + C – EF

Em que:

  • CMV = Custo das Mercadorias Vendidas
  • EI = Estoque inicial
  • C = Compras
  • EF = Estoque final (inventário final)

Aqui, como exemplo para calcular o custo das mercadorias vendidas, vamos utilizar o exemplo de uma loja de roupas que quer apurar o lucro bruto do negócio no período de um ano, a partir de um faturamento de R$ 160.000,00 e dos seguintes dados:

  • EI = R$ 40.000,00
  • C = R$ 100.000,00
  • EF = R$ 25.000,00
CMV = EI + C – EFCMV = 40.000 + 100.000 - 25.000CMV = 140.000 - 25.000CMV = 115.000

O custo final da loja no período de um ano foi de R$ 115.000, fechando um lucro bruto de R$ 45.000,00.

O que é CSV?

Por fim, chegamos ao índice que ajuda a empresa a calcular o Custo dos Serviços Vendidos. A Receita Federal diferencia serviço vendido de serviço prestado, considerando como vendido quando o serviço é prestado por meio da utilização da mão de obra de terceiros, como é o caso de um médico no hospital. O prestado, no caso, é quando ocorreu a prestação direta do serviço, como a instalação do ar condicionado ou a pintura da casa. Essa distinção, no entanto, não tem nenhum efeito fiscal.

Vamos ver como fica o cálculo do Custo dos Serviços Vendidos. A fórmula do CSV é a seguinte:

CSV = Sin + (MO + GDS + GIS) – Sfi

Em que:

  • CSV = Custo dos Serviços Vendidos
  • Sin = Saldo inicial dos serviços em andamento
  • MO = Mão de obra direta aplicada nos serviços vendidos
  • GDS = Gastos diretos (locação de equipamentos, subcontratações etc.) aplicados nos serviços vendidos
  • GIS = Gastos indiretos (luz, mão de obra indireta, depreciações de equipamentos etc.) aplicados nos serviços vendidos
  • Sfi = Saldo final dos serviços em andamento

Os itens Sin e Sfi fazem a função dos saldos dos estoques, considerando os custos dos serviços que estão ou estavam em andamento no momento da apuração desse indicador.

Como exemplo, vamos utilizar uma agência de publicidade que pretende mensurar os custos de seus serviços vendidos em um determinado período, tendo os seguintes dados:

  • Sin = R$ 30.000,00
  • MO = R$ 20.000,00
  • GDS = R$ 8.000,00
  • GIS = R$ 6.000,00
  • Sfi = R$ 10.000,00
CSV = 30.000 + (20.000 + 8.000 + 6.000) – 10.000CSV = 30.000 + 34.000 - 10.000CSV = 64.000 - 10.000CSV = 54.000

Os custos dos serviços vendidos naquele período foram, portanto, de R$ 54.000,00. Esse número pode ser usado para comparação com o faturamento e também para analisar a produtividade do negócio.

Cuidados ao apurar CPV, CMV e CSV

Para que todos esses cálculos que apresentamos aqui realmente funcionem, é essencial que os dados que os alimentam estejam corretos e dentro da realidade do negócio. Por isso, três cuidados são fundamentais:

1 - Não perca o controle dos registros: registre todos os valores que entram e saem do caixa da sua empresa. Isso é útil na hora de apurar tanto o faturamento quanto os gastos. Tudo precisa estar na ponta do lápis.

2 - Cuide do estoque: assim como os valores que movimentam o caixa, o estoque também precisa ser devidamente controlado. Tome nota de cada item que entra e sai do depósito.

3 - Treine bem seus funcionários: tanto quem trabalha na produção quanto quem atua no comercial e nas compras precisa de treinamento. Isso evita diversos custos desnecessários, como desperdício de matéria-prima e retrabalho no fechamento das contas, além de melhorar o aproveitamento de aquisições de materiais.

Conclusão

Ficou claro que saber o quanto se gasta é tão importante quanto mensurar o faturamento, certo? Então, se sua empresa ainda não está de olho nessa relação, é hora de ligar o sinal de alerta e começar agora mesmo a prestar mais atenção, dando início a uma virada urgente na gestão da sua empresa. Isso pode salvar seu negócio!

Esperamos que você tenha gostado deste artigo. Ficou com alguma dúvida ou quer contar uma experiência? Fique à vontade. Estamos aqui para ouvi-lo e trocar ideias.

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Perguntas frequentes

Qual é a diferença entre CPV, CMV e CSV?
CPV (Custo dos Produtos Vendidos) é usado por empresas que fabricam produtos. CMV (Custo das Mercadorias Vendidas) é para quem compra e revende. CSV (Custo dos Serviços Vendidos) é para prestadores de serviço. Os três calculam o mesmo tipo de coisa: quanto você gastou para entregar o que foi vendido, mas cada um se aplica a um modelo de negócio diferente.
Por que o faturamento pode subir e o lucro cair?
Porque faturamento é o total que você recebe pelas vendas, mas lucro é o que sobra depois de descontar os custos. Se você vender mais, mas seus custos crescerem mais rápido que a receita, o lucro cai. Por isso é essencial acompanhar CPV, CMV ou CSV — não basta olhar só o faturamento.
Como calcular o CMV de uma loja?
O CMV leva em conta três números: estoque inicial + compras do período menos estoque final. Resultado: quanto você gastou com mercadoria que realmente saiu da loja. Exemplo: começou janeiro com R$ 10 mil em estoque, comprou R$ 50 mil, terminou com R$ 15 mil. CMV = 10 + 50 - 15 = R$ 45 mil.
CPV, CMV e CSV aparecem no DRE? Para quê?
Sim. Eles aparecem no Demonstrativo de Resultados do Exercício porque são despesas do período que a lei exige que você registre. Além disso, sem esses números, não dá para calcular sua margem bruta, que é uma das informações mais críticas para saber se o negócio está saudável.
Qual a diferença entre custo e despesa?
Custo é o gasto direto para produzir ou adquirir o que você vende (está no CPV, CMV ou CSV). Despesa é tudo mais: aluguel, salário de administrativo, internet, publicidade. Os custos variam conforme as vendas; as despesas geralmente são fixas.
Estoque em processo entra no CPV?
Não. CPV só conta o que foi vendido. Se você tem um produto em produção, ele entra em 'estoque em processo' na contabilidade, não no CPV. Quando esse produto é vendido, aí sim ele passa para o CPV do período.
Como saber se meu CPV está alto demais?
Compare seu CPV com sua receita. Se o CPV é 80% da receita, sua margem bruta é 20%, o que é baixo para maioria dos negócios. O esperado varia por setor: um mercado pode ter 25-35% de margem, um software pode ter 70-80%. Acompanhe a tendência: se subir, é sinal de alerta.
CSV muda se o serviço atrasa?
Não no mês em que foi vendido. CSV só é registrado quando o serviço é prestado. Se você vendeu um serviço em janeiro mas só executou em fevereiro, o CSV vai para fevereiro. Por isso é importante registrar a receita e o custo no mesmo período.
Um salário de vendedor entra no CPV?
Não. Salário é despesa, não custo. Agora, se você tem um funcionário que trabalha 100% na produção, aí sim o salário dele é custo direto e entra no CPV. A diferença é: o custo está diretamente ligado ao produto/serviço que foi vendido.
Vale a pena terceirizar para reduzir o CPV?
Depende. Terceirizando, você converte custo variável (que sobe com vendas) em despesa fixa. Se suas vendas são previsíveis e grandes, terceirizar pode ser desvantajoso. Se são sazonais, pode fazer sentido. O importante é calcular o impacto no resultado.
Como ajustar preço se o CPV subir?
Primeiro, saiba quanto sua margem bruta pode absorver — toda vez que o CPV sobe 10%, você não pode simplesmente aumentar o preço 10% e sair vendendo igual. Analise se o mercado aceita o novo preço e se você vai manter volume. Se perder muitos clientes, pode piorar o resultado mesmo com preço mais alto.
Pequena empresa precisa calcular CPV todo mês?
Sim. Quanto menor a empresa, mais importante é acompanhar. Grandes empresas têm estrutura para absorver deslizes; pequenas empresas morrem com custo descontrolado. Calcular todo mês ajuda a pegar problemas rápido — antes de comprometer o caixa.
CMV negativo é possível?
Não. Ou você cometeu um erro na apuração, ou registrou devoluções de clientes como compras (e reduziu o CMV). Revise o cálculo: estoque inicial + compras - devoluções - estoque final. Se der negativo, há algo errado nos registros.
Como reduzir o CPV sem perder qualidade?
Mapeie cada componente do custo. Negocie com fornecedores, melhore processos (reduz desperdício), aumente volume (dilui custos fixos). Mas cuidado: cortar custos que afetam qualidade é armadilha — você vende menos caro e vende menos. O ganho some.
O que fazer se o CSV de um projeto fica maior que a receita?
Significa que você precificou errado ou o projeto teve desperdício. Revise: quanto de mão de obra, material e tempo foi usado de verdade? Compare com o orçado. Se a diferença é grande, mude o processo antes do próximo projeto — senão seus projetos vão dar prejuízo.
CPV, CMV e CSV mudam com a contabilidade por competência?
Sim, e bastante. Na competência, você registra quando a obrigação surge, não quando paga. Exemplo: comprou material em janeiro, pagará em fevereiro, mas o custo já entra no CPV/CMV de janeiro. Isso torna mais exata a apuração do resultado real daquele período.
Preciso de software para calcular CPV, CMV e CSV?
Não obrigatoriamente, mas ajuda muito, especialmente se tem muitos itens. No Excel fica complicado rápido. Um sistema integrado calcula automático e reduz erros. Para empresas maiores, é praticamente indispensável.
CSV inclui o custo de viagem do prestador?
Sim, se a viagem é necessária para executar o serviço — combustível, pedágio, estacionamento. Se é viagem administrativa (o gerente foi à matriz), aí é despesa, não CSV. A linha é: tudo que está diretamente vinculado à entrega do serviço é CSV.

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